Engravidar: Cancro não impede de engravidar

As mulheres jovens que sofram de cancro podem preservar a sua fertilidade.

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O médico Carlos Oliveira que participa no VII Congresso de Senologia , ocorreu em Algarve, explicou que as jovens mulheres, ou as adolescentes, que sofrem de cancro da mama ou outro cancro, podem proteger a sua capacidade de engravidar através de um método que começou a ser realizado recentemente na Universidade de Coimbra.

O método chama-se “criopreservação do tecido ovárico” e é uma possibilidade para as mulheres jovens que têm de ser submetidas a quimioterapia, salvando  a sua capacidade de engravidar, pois tradicionalmente essas mulheres, com a quimioterapia, correm o risco de fazerem uma menopausa precoce e, consequentemente, os seus ovários não funcionarem.

É aqui que surge esta técnica que congela o óvulo até ao dia em que as jovens mulheres desejarem engravidar, permitindo preservar a sua fertilidade futura.

A criopreservação do tecido ovárico faz-se antes da mulher iniciar o ciclo de quimioterapia.

Depois da quimioterapia, e no caso dos ovários não funcionarem, recorre-se ao ovário dessa mulher que foi recolhido e que está em condições de poder ser transplantado. O tecido é estimulado, é colhido o ovócito e fecundado com as técnicas de procriação medicamente assistidas para a mulher engravidar.

Esta técnica destina-se principalmente a mulheres com menos de 35 anos, que correspondem a cerca de 3% do número total de cancros de mama diagnosticados.

 

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