Nidação: Etapa Importante para que a Gravidez Ocorra!

Nidação

nidação ou menstruação

Mulheres tem dúvidas sobre a nidação e não sabem o que é e como ocorre.

Após a fecundação nas trompas, o óvulo fecundado (ovo) inicia um deslocamento lento para chegar até o útero. Chegando ao útero ele precisa se fixar ao útero para que a gravidez possa evoluir, esse processo de fixação chama-se nidação.

Como esse processo de deslocamento das trompas ao útero pode levar entre 4 a 15 dias, então a nidação ocorre entre nesse tempo (4 a 15 dias após a fecundação). E só após a nidação, que o corpo inicia a produção do HCG (Hormônio Coriônico Gonadotrófico), por isso é tão importante aguardar o atraso para fazer um teste de gravidez, pois antes disso o exame pode não marcar. Ou seja, não existe falso negativo, excetuando-se quando se toma medicação à base de HCG ou alguns doenças raras, pelo que sei, e sim um teste/exame feito muito cedo.

Nesse período em que o óvulo se desloca ao útero, vai acontecendo a divisão celular, essa fase é chamada de mórula. E é nessa fase que o ovo fica mais vulnerável, pois os o sistema imunológico da mãe pode considerá-lo um corpo estranho e acabar atacando-o e o expulsando espontaneamente do corpo. Isso tb pode ocorrer porque o organismo verifica que houve algum problema no processo de divisão celular, fazendo uma seleção natural, evitando que umá gestação com problemas continue. 

Sobre pesquisas

Pesquisas indicam que de cada 3 óvulos fecundados, apenas 1 consegue chegar ao útero da mãe. Aí mais um motivo para, muitas vezes, se demorar a conseguir engravidar.

O endométrio é parte importante para que ocorra a nidação, pois ele precisa ser proliferativo, ter um espessura entre 7 e 15mm e ter 3 camadas, chamado trilaminar, pois só assim a nidação acontece de forma segura para o desenvolvimento da gestação.

A nidação pode ser visível ou não, podem ocorrer cólicas leves, pequenos sangramentos em sangue escuro, vivo ou bem claro, ou ainda um corrimento escuro ou caramelo. Esse sangramento ou corrimento pode ocorrer uma única vez, ou várias vezes, sempre em pouca quantidade. Pois nesse processo podem ocorrer pequenas descamações do endométrio. 

Se houver um sangramento em maior quantidade, semelhante ao fluxo menstrual, pode ser uma deficiência de progesterona, uma gravidez ectópica e/ou um início de aborto, ou um pequeno descolamento do endométrio com a implantação que, se não estiver espesso o suficiente, poderá fazer com que a gravidez não evolua.

Mantenha contato com seu médico

Se a gravidez tem mais tempo, ou seja a nidação já aconteceu, pode ser um deslocamento de placenta. Por algum problema, o ovo também pode acabar se aderindo a parede da trompa, o que produz uma gestação tubária e ocasiona sangramento. Então é sempre bom consultar o médico em quaisquer dessas situações.

Só com a nidação que pode-se considerar tecnicamente o início da gravidez e a partir dela que inicia-se a formação da placenta.

Uma última dica, se você está desconfiando que passou por uma nidação, aguarde uns 3 dias para fazer um teste de gravidez, assim se for já deve marcar no exame.

Infertilidade Masculina e Feminina

infertilidade feminina infertilidade masculina

Problemas femininos e masculinos em engravidar

Quando a gravidez tarda em chegar, mesmo depois de já algum tempo ter deixado os métodos de contracepção, é necessário verificar o que se passa com a saúde do casal. A Infertilidade não é comum, mas pode existir e afeta muitos casais.
Confira alguns dos problemas que um casal poderá encontrar quando não consegue engravidar.

Problemas femininos em engravidar:

Poderá existir uma infertilidade temporária ou permanente, geralmente a mulher que não utiliza nenhum tipo de contracepção pode demorar em engravidar até 12 meses. O casal só é considerado infértil quando após dois anos de tentativas para engravidar, não possui nenhum resultado satisfatório.

Na mulher o problema de não poder gerar um filho pode estar ligado a:

Neste caso deverá realizar uma consulta médica, onde para além constatar a presença de determinados sintomas, irão ser feitos exames hormonais e ainda ultrassonografia pélvica para a confirmação do diagnóstico, ou não de infertilidade. Os principais problemas relacionados com a impossibilidade de engravidar na mulher são os ovários policísticos, cisto de ovário e endometriose.

Problemas masculinos para engravidar:

Quando o problema é com o homem…
Atualmente em cerca da metade dos casos de infertilidade do casal, o responsável é o homem. O primeiro exame solicitado por um urologista é o espermograma, no qual faz-se uma análise completa sobre a amostra do semen. É um exame simples, mas de grande importância por revelar a quantidade, qualidade e a mobilidade dos espermatozoides.

No homem o problema de não poder gerar um filho pode estar ligado a:

Baixa concentração de espermatozoide

A diminuição pode resultar do stress, utilização de substâncias (maconha, cocaína e nicotina) e idade avançada. Sendo a obesidade também apontada como um fator de risco para a qualidade e quantidade de esperma.

Varicocele

É um dos problemas mais comuns da infertilidade do homem, cerca de 40% dos casos. No qual ocorre uma queda gradativa na produção de espermatozoides e diminuição do volume dos testículos. O tratamento deste tipo de infertilidade é simples, faz-se com uma cirurgia e em 80% dos casos é bem sucedido.

Diminuição na mobilidade de espermatozoide

Este problema resulta de infecções, como varicocele ou problema genéticos, afeta a capacidade dos espermatozoides caminharem até o óvulo.

Mas nem todos os casos podem estar relacionados com problema de infertilidade. Como por exemplo:

Falência testicular

Este problema é causado por caxumba, uso de anabolizantes e quimioterapia, no qual há redução da quantidade de espermatozoides ou então, fraca presença na ejaculação.

Bloqueio dos dutos ejaculatórios

Quando os canais que têm a finalidade de levar os espermatozoides dos testículos para a uretra estão bloqueados pela vasectomia, ocorre ausência do esperma no sêmen. O processo pode ser revertido e em 70% dos casos elimina-se o problema de infertilidade.

Em suma

Seja qual for o seu caso, não se desespere, não faça disso um drama, provavelmente será uma questão de tempo, contudo será conveniente realizar alguns exames para identificar o eventual problema de infertilidade e que conduzam aos tratamentos específicos que o levam à tão desejada gravidez. E note-se que o problema de não conseguir engravidar não é apenas da mulher, mas também do seu companheiro. Uma vez que a infertilidade existe, tanto devido a problemas femininos como masculinos, em engravidar.

Para complementar sua leitura sugiro o site www.gravidezpossivel.com que traz questões relacionadas à infertilidade do casal e apresenta um método natural para resolver tais problemas.

Escolhendo o método contraceptivo ideal

método contraceptivo ideal

As características individuais e a idade da mulher devem ser levadas em consideração na hora de escolher um método contraceptivo.

Qual o método contraceptivo que se deve escolher?

Esta é a dúvida de muitas mulheres, uma vez que os métodos contraceptivos são, cada vez mais, uma realidade no mundo em que vivemos. A opção por um ou outro método contraceptivo deve ser feita de acordo com as características da mulher em causa e com a ajuda de um especialista.

Só analisando o caso individualmente se pode optar pelo método contraceptivo que trás benefícios à mulher em causa.

O mesmo método contraceptivo pode ser adequado a uma mulher e ser prejudicial a outra.
As opções atualmente são muitas, desde as Pílulas de estrogênio ou progesterona, à injeção mensal ou trimestral, ao adesivo, anel para uso intra-vaginal e Dispositivo Intra-Uterino (DIU).
As mulheres com ciclos irregulares, fluxo menstrual abundante, acne, e que necessitam de método seguro e acessível são as que deverão usar contraceptivos hormonais.

As mulheres que fumem, que tiveram ou têm tumores sensíveis a hormonas, predisposição a varizes, trombose ou pressão alta não deverão usar este tipo de medicamento pois podem ter mais prejuízos que vantagens.

Deverão, neste caso, solicitar a opinião de um especialista para a escolha do melhor método contraceptivo.

Para além de ser método contraceptivo a pílula é hoje usada no tratamento de cistos ovarianos, endometriose, suspensão da menstruação para controle de anemias, para evitar cólicas ou menstruações dolorosas e programar menstruações.

Outro benefício atribuído aos anticoncepcionais hormonais, centra-se na diminuição de alguns tipos de cancro, como o cancro ginecológico, o cancro do endométrio (tecido interno do útero) e o cancro do ovário.

Métodos contraceptivos hormonais

Minipílula
Tem eficácia menor do que a das pílulas comuns por ser composta de progesterona em dose reduzida, mas é recomendada para mulheres que estiverem a amamentar.

Pílula de progesterona

É indicada para as mulheres que têm intolerância ao estrogênio.

Pílula combinada

A pílula combinada oral é a mais usada. É acessível à maioria das mulheres e possui uma variedade de doses e composições que permitem uma maior flexibilidade no uso e na prescrição.

Anel vaginal

Também é indicado para quem tem problemas na absorção do medicamento oral. É colocado pela própria mulher e retirado ao fim de três semanas.
Injetável mensal ou trimestral
Indicado para quem tem intolerância gástrica à pílula ou distúrbios intestinais. É um método practico pois como é mensal, ou trimestral, não há o perigo de esquecimento na toma diária.

Adesivo ou anticoncepcional transdérmico

Também é usado por mulheres que têm intolerância gástrica à pílula. É colocado na pele e trocado semanalmente.
DIU (Dispositivo intra-uterino) hormonal
É usado por quem não planeia engravidar num prazo de cinco anos. Para colocá-lo, é preciso ir ao médico. O DIU costuma ser indicado para mulheres que têm endometriose ou muito sangramento na menstruação.
Implante subdérmico
Tem a duração de três anos, e é inserido sob a pele com uma seringa. É preciso ir ao médico para retirar o implante. É usado principalmente em mulheres que amamentam e em pacientes com endometriose.

Procure a opinião de um especialista e juntos optem pelo método contraceptivo ideal para o seu caso.

Miomas uterinos

Miomas Uterinos

Um mioma é um tumor benigno que acomete 1/3 das mulheres após os 35 anos de idade. São formações nodulares que se desenvolvem na parede muscular do útero, não são cancros e não são perigosos, contudo, dependendo da sua localização, tamanho e quantidade podem ocasionar problemas, incluindo dor e sangramentos intensos. Os miomas são também chamados de fibromas ou leiomiomas e podem atingir cerca de 50% das mulheres em idade reprodutiva.
Os miomas crescem por estimulação do estrogénio, hormona feminina, e é por esta razão que se desenvolvem na idade fértil da mulher e excepcionalmente são vistos nas meninas antes da adolescência.

Sintomas da presença de miomas

principais sintomas miomas

A grande maioria dos miomas não causa nenhum sintoma. Quando estes surgem, aparecem como uma alteração da menstruação, períodos menstruais intensos e prolongados, além de sangramentos mensais atípicos, às vezes com coágulos, e que com alguma frequência podem levar à anemia. Pode existir dor.

Diagnóstico

Em caso de suspeita de existência de mioma, dirija-se ao seu ginecologista, explique-lhe o que se passa e ele fará os exames necessários. O médico ginecologista realiza um exame pélvico para sentir se o útero está com tamanho aumentado e se forma irregular. O diagnóstico de mioma será então confirmado com exames complementares, como por exemplo uma ecografia transvaginal ou abdominal e a ressonância magnética que permite observar numerosos detalhes anatômicos que tornam o diagnóstico dos miomas muito mais preciso.
Tantos os Ultrassons como a ressonância magnética são estudos não invasivos e absolutamente indolores.

Tratamento

O que é vulgarmente posto em prática é que o mioma deve ser tratado apenas quando causa problemas, isto é, quando provoca sintomas, pois é uma lesão benigna do útero que não mata.
Existem basicamente três tipos de tratamento para os miomas de útero, tratamento medicamentoso, tratamento cirúrgico ou tratamento por embolização uterina. A melhor forma de saber qual o tratamento adequado será conversar com o médico que acompanha a mulher, para este explicar o que se passa, que tipo de mioma a mulher tem e quais os tratamentos possíveis. Cada caso é um caso e só o médico e a própria mulher poderão chegar a uma solução da melhor forma de tratamento, do mioma uterino, para ao caso específico.

Saiba mais.

Pílula de uso contínuo dá à mulher a opção de não menstruar

anticoncepcional pílula de uso contínuo

 

John Guillebaud, um professor da University College, de Londres (instituição especializada em saúde reprodutiva e planeamento familiar) e consultor da OMS, afirma que o sangramento mensal não é necessário e que a sua interrupção é o método mais eficaz contra a gravidez.

Quando há a suspensão da menstruação, as mulheres têm menos dores de cabeça, livram-se de outros sintomas pré-menstruais e têm menos riscos de desenvolver endometriose.

Hoje em dia já há vários métodos para interromper continuamente a menstruação.

Algumas mulheres recorrem aos DIU, outras a implantes subcutâneos ou mesmo a injeções contraceptivas.

O Elani 28, lançado pelo laboratório Libbs, é mais um contraceptivo contínuo, oral, em que a mulher não faz pausa entre as cartelas e assim não menstrua.

Este é o único contraceptivo com drospirenona que, além de evitar a gravidez com alta eficácia, proporciona alívio dos sintomas menstruais.

Acompanhamento médico é indispensável

Mas claro que o uso deste ou outros contraceptivos deverá sempre ser acompanhado por um especialista, só ele poderá aconselhar qual o melhor método para o caso especifico.

Este é um assunto controverso, pois há quem defenda que menstruar é algo natural que deve acontecer, opinião contrária tem o ginecologista Guillebaud que defende que não há razão para sangrar todos os meses se a mulher não pretender engravidar a curto prazo.

As contra indicações destes novos contraceptivos não são diferentes daquelas que se observam nos contraceptivos convencionais e as reações físicas são, também, praticamente as mesmas.
Relativamente à fertilidade ela parece não ser prejudicada, podendo retornar-se às menstruações logo após a interrupção do tratamento.

Fonte: www.estadao.com.br

Cuidados com a alimentação na gravidez

alimentação na grávidez

Muitas mulheres grávidas sentem dificuldades em manter uma dieta equilibrada e saudável durante a gravidez. Há pouco tempo atrás, acreditavam que os meses mais complicados da gestação eram a partir da metade, ou seja, a partir dos quatro meses e meio.  Mas hoje em dia nos chega uma nova informação que demonstra que o desenvolvimento nos primeiros meses é o mais crucial e que requer mais cuidados, principalmente na alimentação da mulher grávida.

Se você está grávida e necessita alguns conselhos para uma boa alimentação, confira a seguir:

Tome líquidos suficientes

Tomar líquidos e mante-se hidratada é fundamental para uma gravidez saudável.  É aconselhável beber pelo menos 2 litros de líquidos diários, mais ou menos 8 copos por dia. Evite beber refrigerantes.

Não faça regimes

Fazer dietas estando grávida pode colocar em risco o desenvolvimento de seu bebê. Lembre-se que ele se alimenta de você e que um regime pode ocasionar falta de ferro e outras vitaminas que seu bebê necessita para se desenvolver nesses meses.

Cuide de seu peso

Durante a gravidez é normal ganhar peso, mas você deve estar consciente de quanto peso deve ganhar. Todos já escutamos o ditado que a mulher grávida está comendo por dois, mas isso não deve ser levado ao pé da letra. O que você deve comer por dois é as vitaminas e nutrientes que seu corpo e de seu bebê necessitam durante a gravidez. Geralmente o normal é engordar de 10 a 12.5kg na gestação.

Saiba comer gulosinas

Não é porque você está grávida não poderá comer doce. Você pode comer um ali outro lá sem problemas, desde que isso não vire uma rotina alimentar.

Suplemento de vitaminas e minerais

É muito importante ingerir uma quantidade significativa de ferro, cálcio e fosfato. Isso porque no inicio da gravidez o corpo da mulher grávida aumenta o requerimento desses nutrientes.  Antes de tomar suplementos, vitaminas ou minerais na gravidez, deve consultar seu médico.

Faça pequenas refeições em períodos curtos

O bebê precisa estar constantemente alimentado. Os especialistas aconselham fazer de 5 a 6 refeições diárias. Entre as refeições mais importantes, como o café da manha, almoço e janta, coma uma fruta ou cereal .

Música para mães grávidas: desenvolvendo a inteligência infantil

A música pode aguçar a acuidade mental e ajudar no relaxamento, dependendo do estilo da música, a memória e a aprendizagem podem sofrer um incremento.

A música, sem dúvida, pode ser usada com bons resultados em crianças com dificuldades de aprendizagem, isso se dá devido à maior concentração que muitas pessoas alcançam ao ouvir uma música.

O termo “efeito Mozart” foi cunhado após um estudo que evidenciou que os estudantes universitários conseguiram melhores resultados com relação à problemas de matemática quando ouviam música clássica.

A música é capaz de influenciar a emoção humana, como já é sabido, essa ferramenta é muito utilizada pelos cineastas com esse intuito. Uma variedade de humor musical pode ser usado para criar sentimentos de calma, tensão, emoção, ou romance. Lullabies tem sido muito apreciado para acalmar bebês e os fazer dormir.

A música pode, ainda, ser usada para manifestar emoções de modo não verbal, caracterizando-se em uma valiosa ferramenta terapêutica.

O que é candidíase vaginal?

Candidíase vaginal

saúde feminina

É uma infecção genital causada pelo fungo Cândidaicans.
Esse microorganismo geralmente se aloja na pele, boca (sapinho), estômago, Intestino e vagina. Os sintomas aparecem quando ocorrem alterações de imunidade. Cerca de 90% das mulheres podem ser infectadas pela candidíase vaginal, pelo menos uma vez na vida.

O que contribui para a infecção?

• Gravidez. O meio fica mais favorável ao desenvolvimento da Cândida devido ao aumento dos níveis estrogênio. (hormônio Feminino);
• Anticoncepcionais. O estrogênio também fica abundante no fluxo vaginal;
Menopausa. A diminuição dos hormônios faz com que a mucosa vaginal fique menos resistente;
• Corticosteróides. Provocam alteração no sistema imunológico;
• Antibióticos. Geram um desequilíbrio na flora bacteriana da vagina;
• Distúrbios endócrinos. Como o diabetes, que provoca alta concentração de açúcar no meio vaginal e na urina, favorecendo o desenvolvimento do fungo;
• Higiene pessoal. Um mau hábito de higiene pode disseminar os microorganismos do intestino para a vagina;
• Roupas íntimas de material sintético/calças apertadas. Produzem uma situação de calor e umidade sobre a pele, acumulando o suor e favorecendo assim o crescimento da Cândida;
• Agentes sensibilizantes da pele. A pele pode sofrer lesões ou inflamações pela ação de sabonetes, desodorantes e nebulizações vaginais;
• Relações sexuais. A mulher pode adquirir candidíase vaginal e contaminar o seu parceiro sexual, que passa a ser uma fonte de contágio.

Fontes de reinfecção:

• Parceiros masculinos. Mesmo não apresentando os sintomas, a mulher pode passar a candidíase ao seu parceiro. Em geral os homens não apresentam os sintomas, porém são causadores de reinfecção;
• Pele dos genitais. A candidíase pode reaparecer a partir de lesões, como um trauma provocado na relação sexual;
• Artigos de uso pessoal. Os fungos ficam em escovas de dentes, bidês, banheiras e roupas íntimas. Use agente, germicida na lavagem ou passe a roupa íntima com ferro a vapor;
• Trato gastrointestinal. O intestino é um reservatório de fungos. Uma higiene íntima inadequada pode provocar a disseminação do microorganismo do intestino para a vagina.

Cuidados

• Faça uma perfeita higienização durante o banho;
• Prefira sabonetes, absorventes e papel higiênicos neutros;
• Evite banhos de banheira;
• Não use toalhas e roupas íntimas de outras pessoas;
• Seque bem todo o corpo;
• Evite meias e roupas íntimas de nylon e calças apertadas;
• Prefira calcinhas de algodão;
• Lave as roupas íntimas com água fervente e sabão;
• Use um agente germicida na lavagem das roupas;
• Passes as roupas íntimas com ferro a vapor;
• A higiene pessoal deve ser feita da vulva para o ânus, nunca ao contrário.
Sintomas
• Coceira e sensação de ardência na vulva;
• Corrimento vaginal espesso e aderente;
• Inflamação vulvar com vermelhidão;
• Pode causar dor na relação sexual;
• Algumas mulheres têm apenas uma leve irritação e coceira.
Os sintomas geralmente aparecem na semana anterior ao ciclo menstrual.
Consulte regularmente seu Ginecologista.

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O milagre da amamentação

Gravidez e o milagre da amamentação

gravidez e amamentação

 

Um dos milagres mais incríveis da natureza dá-se no momento em que uma mulher inicia a odisseia de ser mãe,  e começa a produzir leite materno assim que fica grávida.

Este é um dos principais sinais de que o seu corpo  está  se preparando para uma grande experiência, a da maternidade.

Quando se começa a produzir leite materno?

Cada trimestre de gravidez tem as suas próprias particularidades que facilmente se traduzem em sinais visíveis.

Por exemplo, no primeiro trimestre é comum sentir os peitos doloridos e inchados. Eles vão aumentar a sua dimensão, e é neste momento que as glândulas são accionadas para iniciar seu trabalho.

O aparecimento dos sintomas de gravidez ocorrem mais cedo numas mulheres, do que noutras.

Logo, tome como exemplo o colostro, um corrimento amarelado da aréola  que pode acontecer no segundo trimestre, para algumas mulheres, enquanto para outras, ocorre logo após o parto.

E o colostro é o primeiro alimento para o bebé, extremamente rico em anticorpos que ajudam a proteger e fortalecer o bebê, funciona como seu sistema imunológico.

Quando o bebê nasce o seu corpo está totalmente preparado para a amamentação e o leite materno começar a fluir. Os seios, foram feitos com o único propósito de alimentar os nossos filhos, e  a não ser por razões excepcionais, eles vão fazer o seu trabalho.

A importância do leite materno

Não deixe de dar leite materno ao seu filho não tenha receio de o fazer, há muitos mitos sobre o assunto, como o que após a amamentação a mulher fica com os seios descaídos, é verdade que acontece a algumas mulheres, mas o mais importante mesmo, é desfrutar do aleitamento materno e o laço único que vai criar com o seu filho,  estes são momentos da sua vida verdadeiramente abençoados, que nunca vai esquecer e não deve desperdiçar!

Engravidar: Cancro não impede de engravidar

As mulheres jovens que sofram de cancro podem preservar a sua fertilidade.

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O médico Carlos Oliveira que participa no VII Congresso de Senologia , ocorreu em Algarve, explicou que as jovens mulheres, ou as adolescentes, que sofrem de cancro da mama ou outro cancro, podem proteger a sua capacidade de engravidar através de um método que começou a ser realizado recentemente na Universidade de Coimbra.

O método chama-se “criopreservação do tecido ovárico” e é uma possibilidade para as mulheres jovens que têm de ser submetidas a quimioterapia, salvando  a sua capacidade de engravidar, pois tradicionalmente essas mulheres, com a quimioterapia, correm o risco de fazerem uma menopausa precoce e, consequentemente, os seus ovários não funcionarem.

É aqui que surge esta técnica que congela o óvulo até ao dia em que as jovens mulheres desejarem engravidar, permitindo preservar a sua fertilidade futura.

A criopreservação do tecido ovárico faz-se antes da mulher iniciar o ciclo de quimioterapia.

Depois da quimioterapia, e no caso dos ovários não funcionarem, recorre-se ao ovário dessa mulher que foi recolhido e que está em condições de poder ser transplantado. O tecido é estimulado, é colhido o ovócito e fecundado com as técnicas de procriação medicamente assistidas para a mulher engravidar.

Esta técnica destina-se principalmente a mulheres com menos de 35 anos, que correspondem a cerca de 3% do número total de cancros de mama diagnosticados.